terça-feira, 5 de agosto de 2014










                              Postado por: H (¯`v´¯)istic***



                         Abel De Jesus Requião


Ontem participei da Marcha da Família com Deus, aqui no Rio.
 Confesso que fiquei muito feliz em ter participado desse monumental evento, que reuniu cerca de 150 pessoas... 151 contando comigo.
 Mas o fato de ter participado desse evento não foi por simpatia pela causa e sim por necessidade. Eu explico:

 Pesquisando na internet alguma forma de empreender um novo negócio, para complementar minha renda, descobri um interessante e inexplorado nicho de mercado. O mercado de comercialização de neurônios.

 É de conhecimento, pelo menos daqueles que possuem razoável quantidade de neurônios, que existem milhares de pessoas com percentual de neurônios muito abaixo do que recomenda a OMS - Organização Mundial de Saúde.

 Focando nessa demanda reprimida comecei então a pesquisar preços de neurônios e consegui um fornecedor, com um excelente preço, que ainda me facilitou a compra em 10 vezes no cartão.

 O passo seguinte foi alugar uma barraquinha de camelô e ir a luta. Mal chegando ao local do evento, e depois de montada minha modesta barraquinha, uma moça perguntou-me o que eu estava vendendo. Disse a ela que estava vendendo neurônios e ela então comprou, logo de cara, uma grande quantidade e, mais que isso, por celular espalhou a notícia para todas as suas amigas, publicando também uma selfie no face com o produto na mão.

 Não passou de meia hora para que minha barraquinha fosse invadida por aquela multidão querendo comprar minha mercadoria. Houve tumulto, é claro, porque muita gente deixou de ser atendida, mas prometi a elas que, se deixassem seus emails,  eu entraria em contato assim que chegasse uma nova remessa.

 Estou muito feliz com o sucesso desse meu empreendimento, pois com ele consegui pagar todas as minhas contas atrasadas.

 Espero que no ano que vem esse evento aconteça novamente... e com mais participantes que este.


 Obs: Não vi Deus na Marcha. Tinha um cara bem parecido, mas estava fumando um baseado. Acho que Deus não fuma... sei lá.

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